quinta-feira, 4 de março de 2010
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Vestindo a camisa
Numa análise mais profunda do que nos foi apresentado na copa das confederações, vamos ver o que os times apresentaram de interessante:
Brasil: Bi-campeão da competição, a seleção brasileira tem em seu técnico o grande vitorioso.

Quando ele convocou a equipe para os jogos contra Uruguai, fora de casa, Paraguai, ex-líder das eliminatórias, e Copa das Confederações, muitos pensaram que essa sequência seria a última dele, jogos difíceis, competição importante e treinadores de alto nível dando sopa no mercado. O fim de mais uma Era Dunga era previsto.
E foi exatamente o contrário que ocorreu, a seleção ganhou forma e hoje é, mais uma vez a grande favorita ao título do Mundial.
Podem não gostar, mas o Brasil tem uma forma de jogar. Marca bem, sai em velocidade e joga para e pelo técnico. É evidente que os jogadores estão fechados com o treinador, e isso é muito importante numa competição longa como a Copa.
O nosso goleiro é o melhor do mundo. Indiscutível a fase do Júlio e tomara que perdure até a Copa, as outras duas vagas estão em aberto ainda. Eu levaria um goleiro jovem e o que mais se destacar no Brasileirão.
A lateral-direita também é certeza até a Copa, salvo algum imprevisto. Maicon e Daniel Alves estão comendo a bola, jogando com muita vontade e disposição, e entenderam direitinho o esquema proposto pelo Dunga.
A zaga também não deve ter surpresas. Juan e Lúcio (belíssimo torneio!) estão garantidos e formam uma dupla excelente. As outras vagas ficaram para Luisão, Miranda e Alex.
A lateral-esquerda é o grande problema da seleção. Kléber e André Santos não conseguem convecer nenhum brasileiro, nem o técnico e nem os próprios jogadores. Acho que Dunga erra nessa convocação. Eu daria chance pro Marcelo e pro Fábio Aurélio, mas isso é com ele e alguns meses pela frente podem ser úteis nessa definição.
O meio-de-campo brasileiro se apresentou como ponto forte nessa competição. Gilberto Silva continua sendo o mais questionável na minha opinião, mas ele é regular, burocrático, mas regular. Felipe Melo entrou e não sai mais do time, entendeu muito bem o espírito que o técnico vem cobrando dos comandados. Ramires e/ou Elano completam bem esse meio-campo com o grande craque da equipe, Kaká. Sempre que a bola passa pelos pés dele, a jogada fica perigosa... Os componentes do banco para a Copa estão em aberto ainda, vagas existem!
O ataque da seleção conta com um jogador que está sobrando, Luis Fabiano está comendo a bola. Com faro de gol e decidindo todos os lances, titular absoluto para a Copa. Robinho fez uma competição abaixo da crítica, como li no blog do Juca Kfouri, foi um verdadeiro triatleta, corre, pedala e nada. E intocável na seleção pela confiança que Dunga adquiriu nele no início do seu trabalho. Para o banco não faltam opções, Pato, nilmar, Keirrison, Adriano, Fred e, quem sabe, Ronaldo...
Enfim, o time está preparado para a Copa, se fosse em pontos corridos apostaria na seleção pela forma que vem jogando. Mas até lá muitas coisas podem acontecer. A preparação tem que ser adequada e o grupo continuar fechado.
Outra coisa, se Ronaldinho Gaúcho voltar a jogar futebol no Milan, ele entra aonde nessa seleção?!

Espanha: Não tem como negar que o time espanhol é interessante e envolvente. Fez uma boa competição, mas faltou o que sempre falta à Espanha nas competições de grande porte, poder de decisão, força de campeão, camisa...
Falta maturidade, um técnico que comande a equipe de verdade e coloque as diretrizes para um trabalho de sucesso, espírito vencedor e confiança para a equipe dentro de campo. Jogadores eles têm.
O goleiro Casillas é quase tão bom quanto o Júlio César.
A defesa é o grande ponto-fraco da equipe, tem alguns jogadores renomados como Puyol, Sérgio Ramos, Albiol, mas falta concentração, seriedade, a defesa espanhola falha sistematicamente em todos os jogos.
O meio-campo é muito forte. Sentiram a falta do Marcos Senna e do Iniesta nessa Copa das Confederações. Mas mesmo assim, vimos uma Espanha criando muitas jogadas, controlando bem a posse de bola.

Por último, chegamos no ponto forte da equipe. A dupla de ataque David Villa e Fernando Torres é excelente. Os dois têm velocidade, habilidade e são artilheiros. É muito difícil marcá-los e daqui 11 meses será ainda mais.
A Espanha entrará como candidata ao título, mas precisa, urgentemente, melhorar o psicológico da equipe.
Itália: A seleção italiana tá velha, ou melhor, experiente. O time é quase o mesmo do que foi campeão mundial em 2006 e está na foto abaixo.

Ser o mesmo time não é necessariamente ruim. São jogadores vitoriosos e que sabem o que fazer para ganhar novamente. O problema é que falta um craque. Aquele jogador que pega a bola e faz a diferença, que ganha uma partida e até um Mundial, como Del Piero, Totti foram...
A Itália fez uma competição bastante fraca. Derrotas para Brasil e Egito que foram incontestáveis, time sendo criticado, técnico pressionado... Parce muito com o enredo da última copa. Itália tem o que falta para o sucesso da Espanha, maturidade, espírito vencedor e confiança.
Egito, EUA e África do Sul:

É isso que essas três seleções querem, subir um pouco na pirâmide do futebol mundial. Todas elas tiveram momentos interessantes nessa competição. Mas, sinceramente, não acredito que passem da 1ª fase na próxima Copa, só se derem sorte no sorteio dos grupos.
Enfim, a tônica entre as seleções mundiais é o equílibrio, independentemente da sua tradição.
Brasil: Bi-campeão da competição, a seleção brasileira tem em seu técnico o grande vitorioso.

Quando ele convocou a equipe para os jogos contra Uruguai, fora de casa, Paraguai, ex-líder das eliminatórias, e Copa das Confederações, muitos pensaram que essa sequência seria a última dele, jogos difíceis, competição importante e treinadores de alto nível dando sopa no mercado. O fim de mais uma Era Dunga era previsto.
E foi exatamente o contrário que ocorreu, a seleção ganhou forma e hoje é, mais uma vez a grande favorita ao título do Mundial.
Podem não gostar, mas o Brasil tem uma forma de jogar. Marca bem, sai em velocidade e joga para e pelo técnico. É evidente que os jogadores estão fechados com o treinador, e isso é muito importante numa competição longa como a Copa.
O nosso goleiro é o melhor do mundo. Indiscutível a fase do Júlio e tomara que perdure até a Copa, as outras duas vagas estão em aberto ainda. Eu levaria um goleiro jovem e o que mais se destacar no Brasileirão.
A lateral-direita também é certeza até a Copa, salvo algum imprevisto. Maicon e Daniel Alves estão comendo a bola, jogando com muita vontade e disposição, e entenderam direitinho o esquema proposto pelo Dunga.
A zaga também não deve ter surpresas. Juan e Lúcio (belíssimo torneio!) estão garantidos e formam uma dupla excelente. As outras vagas ficaram para Luisão, Miranda e Alex.
A lateral-esquerda é o grande problema da seleção. Kléber e André Santos não conseguem convecer nenhum brasileiro, nem o técnico e nem os próprios jogadores. Acho que Dunga erra nessa convocação. Eu daria chance pro Marcelo e pro Fábio Aurélio, mas isso é com ele e alguns meses pela frente podem ser úteis nessa definição.
O meio-de-campo brasileiro se apresentou como ponto forte nessa competição. Gilberto Silva continua sendo o mais questionável na minha opinião, mas ele é regular, burocrático, mas regular. Felipe Melo entrou e não sai mais do time, entendeu muito bem o espírito que o técnico vem cobrando dos comandados. Ramires e/ou Elano completam bem esse meio-campo com o grande craque da equipe, Kaká. Sempre que a bola passa pelos pés dele, a jogada fica perigosa... Os componentes do banco para a Copa estão em aberto ainda, vagas existem!
O ataque da seleção conta com um jogador que está sobrando, Luis Fabiano está comendo a bola. Com faro de gol e decidindo todos os lances, titular absoluto para a Copa. Robinho fez uma competição abaixo da crítica, como li no blog do Juca Kfouri, foi um verdadeiro triatleta, corre, pedala e nada. E intocável na seleção pela confiança que Dunga adquiriu nele no início do seu trabalho. Para o banco não faltam opções, Pato, nilmar, Keirrison, Adriano, Fred e, quem sabe, Ronaldo...
Enfim, o time está preparado para a Copa, se fosse em pontos corridos apostaria na seleção pela forma que vem jogando. Mas até lá muitas coisas podem acontecer. A preparação tem que ser adequada e o grupo continuar fechado.
Outra coisa, se Ronaldinho Gaúcho voltar a jogar futebol no Milan, ele entra aonde nessa seleção?!
Espanha: Não tem como negar que o time espanhol é interessante e envolvente. Fez uma boa competição, mas faltou o que sempre falta à Espanha nas competições de grande porte, poder de decisão, força de campeão, camisa...
Falta maturidade, um técnico que comande a equipe de verdade e coloque as diretrizes para um trabalho de sucesso, espírito vencedor e confiança para a equipe dentro de campo. Jogadores eles têm.
O goleiro Casillas é quase tão bom quanto o Júlio César.
A defesa é o grande ponto-fraco da equipe, tem alguns jogadores renomados como Puyol, Sérgio Ramos, Albiol, mas falta concentração, seriedade, a defesa espanhola falha sistematicamente em todos os jogos.
O meio-campo é muito forte. Sentiram a falta do Marcos Senna e do Iniesta nessa Copa das Confederações. Mas mesmo assim, vimos uma Espanha criando muitas jogadas, controlando bem a posse de bola.

Por último, chegamos no ponto forte da equipe. A dupla de ataque David Villa e Fernando Torres é excelente. Os dois têm velocidade, habilidade e são artilheiros. É muito difícil marcá-los e daqui 11 meses será ainda mais.
A Espanha entrará como candidata ao título, mas precisa, urgentemente, melhorar o psicológico da equipe.
Itália: A seleção italiana tá velha, ou melhor, experiente. O time é quase o mesmo do que foi campeão mundial em 2006 e está na foto abaixo.

Ser o mesmo time não é necessariamente ruim. São jogadores vitoriosos e que sabem o que fazer para ganhar novamente. O problema é que falta um craque. Aquele jogador que pega a bola e faz a diferença, que ganha uma partida e até um Mundial, como Del Piero, Totti foram...
A Itália fez uma competição bastante fraca. Derrotas para Brasil e Egito que foram incontestáveis, time sendo criticado, técnico pressionado... Parce muito com o enredo da última copa. Itália tem o que falta para o sucesso da Espanha, maturidade, espírito vencedor e confiança.
Egito, EUA e África do Sul:

É isso que essas três seleções querem, subir um pouco na pirâmide do futebol mundial. Todas elas tiveram momentos interessantes nessa competição. Mas, sinceramente, não acredito que passem da 1ª fase na próxima Copa, só se derem sorte no sorteio dos grupos.
Enfim, a tônica entre as seleções mundiais é o equílibrio, independentemente da sua tradição.
Passada pela Copa das Confederações e chegada em 2010
Há menos de um ano da Copa, seleções renomadas, como Itália, Brasil e Espanha, mediram forças contra seleções mais fracas e tidas como zebras, EUA, Egito, África do Sul...

O que era pra ser um passeio das grandes seleções, foi, na verdade, uma constatação da batida frase de que não existe mais bobo no futebol... Vimos um tipo do Egito dando muito trabalho para o Brasil e ganhando da Itália, os EUA eliminaram esse Egito, passaram pela Espanha e só perderam nos últimos 45 minutos para o Brasil.
Além disso, Joel Santana mostrou que a África do SUl tem um minímo de consciência tática e futebolística, muito a melhorar, mas confesso que me surpreendi com uma seleção africana marcando tão bem e com tanta aplicação.
Enfim, esse equilíbrio deve perdurar na próxima Copa do Mundo. A seleção que entrar em campo muito relaxada, não terá vida longa. Mais do que isso, a primeira fase da competição será mais equilibrada do que as outras.
Outro ponto interessante que a Copa mostrou pra gente foi a animação e capacidade da torcida africana. Eles realmente se divertem e criam uma atmosfera que não vemos em nenhum lugar na Europa, ano que vem promete muito mais!

Como prévia do que ocorrerá em 2010, a Copa das Confederações mostrou que o equilíbrio será a tônica do torneio...

O que era pra ser um passeio das grandes seleções, foi, na verdade, uma constatação da batida frase de que não existe mais bobo no futebol... Vimos um tipo do Egito dando muito trabalho para o Brasil e ganhando da Itália, os EUA eliminaram esse Egito, passaram pela Espanha e só perderam nos últimos 45 minutos para o Brasil.
Além disso, Joel Santana mostrou que a África do SUl tem um minímo de consciência tática e futebolística, muito a melhorar, mas confesso que me surpreendi com uma seleção africana marcando tão bem e com tanta aplicação.
Enfim, esse equilíbrio deve perdurar na próxima Copa do Mundo. A seleção que entrar em campo muito relaxada, não terá vida longa. Mais do que isso, a primeira fase da competição será mais equilibrada do que as outras.
Outro ponto interessante que a Copa mostrou pra gente foi a animação e capacidade da torcida africana. Eles realmente se divertem e criam uma atmosfera que não vemos em nenhum lugar na Europa, ano que vem promete muito mais!
Como prévia do que ocorrerá em 2010, a Copa das Confederações mostrou que o equilíbrio será a tônica do torneio...
sábado, 27 de junho de 2009
Sobre o blog

Bem-vindos!
Depois de muito tempo, aqui estou eu com um blog.
Espero conseguir atualizá-lo com muita frequência.
Fiquem à vontade para participar e opinar. Sugestões são sempre úteis e válidas.
O objetivo deste blog é ser um espaço para batermos papo, jogarmos conversa fora, falarmos sobre a vida... Uma filosofia de bar!!!
Aqui, não teremos enredo, nem assunto pré-estabelecido. Temas que me agradam e que se mostrarem relevantes, abordarei aqui com vocês.
Enfim, puxem uma cadeira, sentem-se à mesa e peçam uma gelada.
Pitacos e etc está na área!
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